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#FAKE: IBGE NÃO faz pesquisa eleitoral – cuidado com fraudes e golpes!

Vivem tempos em que a mentira se espalha mais rápido que a notícia verdadeira — e quem mais alimenta esse fogo são as mesmas máfias digitais da direita que perderam o relógio da honestidade quando perderam a eleição. Circulam ligações e mensagens dizendo que o IBGE estaria “contando o público” para fazer pesquisas eleitorais. Nada disso: trata-se de pura fraude. Precisamos denunciar e desmontar essa trapaça antes que sirva de pretexto para deslegitimar instituições públicas e abrir espaço para mais retrocessos!

Por que isso é mentira?

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística não realiza pesquisas eleitorais — e disse isso oficialmente. “O IBGE não realiza pesquisas eleitorais. Caso você receba ligações, mensagens ou qualquer abordagem nesse sentido em nome do Instituto, trata-se de fraude”, afirma o comunicado do próprio órgão. “O instituto reforça que todas as pesquisas oficiais […] têm caráter exclusivamente estatístico, sem vínculo com eleições, partidos ou candidaturas.” Essas palavras são cristalinas: o IBGE trabalha com dados demográficos e socioeconômicos, não com campanhas, e qualquer tentativa em contrário é tentativa de manipular, coletar dados indevidamente ou semear pânico.

Não existe pesquisa eleitoral oficialmente patrocinada pelo IBGE — ponto final. E não venha o bolsonarismo digital com sua rede de boatos para tentar confundir quem precisa confiar em estatísticas públicas para políticas sociais e direitos básicos.

Como funcionam as fraudes? Geralmente são ligações automatizadas, mensagens de WhatsApp ou até contatos por redes sociais que se apresentam como “entrevistas” em nome de um órgão público. O objetivo pode ser roubar dados pessoais, induzir a respostas que depois serão usadas em campanhas sujas, ou simplesmente desmoralizar o IBGE e outras instituições estatais que a direita tanto odeia — porque é mais fácil atacar quem protege o povo do que apresentar propostas decentes para substituir serviços públicos.

O IBGE orienta: sempre confirme a identidade do entrevistador. Para isso existe a página “Respondendo ao IBGE”, onde você pode checar procedimentos, confirmar códigos de pesquisadores e verificar se a pesquisa é, de fato, oficial. Se tiver qualquer dúvida, não responda, não forneça CPF, comprovante de residência ou qualquer informação sensível. Bloqueie e denuncie. Guardar e compartilhar o print da mensagem que você recebeu ajuda a expor a rede que espalha essas farsas.

Além disso, registre a ocorrência: comunique o golpe na polícia, nas plataformas onde a mensagem circulou e, quando aplicável, ao Procon. Denunciar é um ato político: impede que esses agentes da desinformação continuem atacando instituições e os direitos do povo. Não podemos deixar que a estratégia dos mistificadores da direita — sórdida e organizada — avance em território público.

Por fim, um recado aos que ainda acreditam em qualquer áudio ou ligação pavorosa: instituições como o IBGE precisam ser defendidas. Não por amor burocrático, mas porque sem dados confiáveis não há política pública eficaz, não há redistribuição, não há planejamento que atenda às necessidades da maioria. E é justamente isso que a direita quer destruir: as bases que permitiriam a uma gestão comprometida com o povo — como a que defendemos ao lado do PT e de setores populares — planejar e governar com justiça.

Se você recebeu uma chamada suspeita, consulte o site do IBGE antes de qualquer atitude. Denuncie, compartilhe a informação verdadeira, eduque sua rede. A mentira corre livre, mas nossa organização e o bom senso coletivo podem prendê-la. Afinal, não vamos permitir que desinformação e golpismo abafem a voz do povo trabalhador.

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